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Álvaro Cunhal tem de partir e deixar Aurora. Indignado com a prisão de Eugénia escreve uma carta à polícia política, revoltado por tudo o que fizeram à família por sua causa. A PVDE apanha Telmo e mata-o. Mário Soares chefia a juventude do Movimento de Unidade Democrática e é detido pela PVDE várias vezes. Assustado, o pai de Soares decide enviá-lo para o estrangeiro. Maria Barroso apoia a decisão, apesar de irem ficar longe um do outro. A intervenção de Álvaro Cunhal é fundamental para Soares não deixar o país. Continua a ser o mentor do jovem rebelde. As prisões são cada vez mais violentas e Soares percebe como a polícia trata os comunistas. Octávio Pato é uma vítima dos polícias e a família Soares ajuda-o a fugir para a clandestinidade. Soares envolve-se na campanha presidencial do general Norton de Matos. Mas a campanha não chega às urnas. Soares é detido novamente, acusado de ser comunista. Na prisão decide que está na altura de casar com Maria barroso. O casamento é por procuração. As sucessivas prisões e torturas começam a marcar Álvaro Cunhal. Fechado numa solitária, Álvaro sofre um tratamento limite, sem contacto humano, livros ou papel para escrever. A família tenta aliviar a sua situação, mas o regime está inflexível. Mas não o impedem de defender a tese de doutoramento e de ser aprovado.
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